Labirintite significa uma inflamação da estrutura do ouvido interno chamado labirinto. Às vezes, a labirintitetermo se refere a outras causas de problemas no ouvido interno que não têm esses problemas, porque a inflamação produzir sintomas semelhantes.
Você tem um labirinto em cada um de seus ouvidos internos, envolto em espessa de osso próximo à basedo seu crânio. Como o nome indica, o labirinto é um labirinto de interligadas cheias de líquido canais e canais. Metade do labirinto, da cóclea, tem o formato de uma concha de caracol. Ele envia informaçõessobre os sons para o cérebro. A outra metade é algo como um giroscópio com 3 canais semicircularesconectado a uma caverna aberta ou vestíbulo. A porção vestíbulo do labirinto envia informações ao cérebro sobre a posição eo movimento de sua cabeça. Qualquer perturbação do vestíbulo pode levar ainformação defeituosa indo para o seu cérebro.
Seus olhos também enviar informações de posicionamento para o cérebro. Quando as informações dolabirinto e os olhos não coincidirem, o cérebro tem dificuldade em interpretar o que está acontecendo.Esta má interpretação muitas vezes leva a uma sensação de que você está girando (vertigem) ou um sentimento que você está se movendo, quando na verdade você está permanecendo ainda. Sentimentos de enjoo (náuseas e vômitos), muitas vezes seguem. Às vezes, você vai experimentar perda de audiçãoou sons anormais, tais como um zumbido de alta ou de baixa-frequência (zumbido).
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
sábado, 23 de abril de 2011
Após apresentar telejornal, Carla Vilhena tem crise de labirintite
A belíssima jornalista Carla Vilhena, da Globo, teve uma crise de labirintite após apresentar o "Bom Dia São Paulo" e o "Bom Dia Brasil".
Em meio a uma reunião de pauta na emissora, a apresentadora contou no Twitter que estava "dominada pelo sono".
"É que estou com labirintite e tomei um remédio que deixa meio grogue... um sono avassalador!", explicou.
"Vontade irresistível de cantar o Hino Nacional", brincou. "Ouviram do Ipiranga...zzzz Marzes plásticas...zzzzz um polvo herói e retumbante zzz varsol na liberdade vasos públicos..zzzzz"
Em seguida, a apresentadora se despediu dos internautas: "Muito obrigada pela companhia. Vou dormir!!!"
domingo, 21 de novembro de 2010
labirintite sintomas
O zumbido é um sintoma que pode ocorrer em muitas patologias de ouvido, necessitando uma investigação para estabelecer sua origem. Não necessariamente o tratamento das tonturas levou ao zumbido; às vezes uma mesma doença pode se manifestar com tonturas e a seguir com zumbido.
Primeiramente se faz necessário detectar que doença ou doenças podem ser responsáveis pelo zumbido, para em seguida estabelecer o prognóstico, a evolução da mesma e as possibilidades de tratamento. Hoje pode-se dizer que zumbido tem cura ou pelo menos uma melhora importante uma vez estabelecido o tratamento adequado orientado pelos exames.
São muitas as possibilidades: medicações, dieta, terapia miofacial, aparelhos auditivos, mascaradores, psicoterapia, exercício físico, cirurgias. Se a pessoa apresenta então estes sintomas, deve procurar um otorrinolaringologista para diagnóstico e acompanhamento, visto que algumas patologias só são reconhecidas pelo seguimento periódico do paciente e de exames de controle seriados.
O indicado, portanto, é que a pessoa que fez a pergunta para esta coluna procure novamente seu otorrinolaringologista e informe o aparecimento deste novo sintoma para reavaliação do caso.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Vanusa ataca novamente e é sucesso no Youtube
A cantora Vanusa emplacou mais um sucesso no Youtube. Desta vez, a estrela da Jovem Guarda trocou a letra de duas músicas em uma apresentação em Manaus há uma semana e caiu nas graças dos internautas. Segundo informações do site da revista Época, o escorregão aconteceu durante um evento em comemoração ao Dia dos Pais no Parque do Idoso, em Manaus, no dia 6 de agosto, quando Vanusa esqueceu a letra da música "Sonhos de um palhaço", composta por Antônio Marcos, um clássico de seu repertório.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Labirintite é mais comum na terceira idade
Circea D’Alva Perroud, é uma senhora de 70 anos, é quase um compêndio da medicina, livro que reúne os descritivos das doenças e é uma espécie de bíblia dos profissionais de saúde. Sofre de dores no corpo e tem limitações em algumas atividades cotidianas, como caminhar e varrer a casa, por causa de uma lista de doenças. Ao mesmo tempo, o marido, de 78 anos, se recupera de um Acidente Vascular Cerebral (AVC), sofrido em uma manhã há pouco mais de um mês, por conta da teimosia em não controlar a pressão alta com medicamentos. Na tarde do mesmo dia, ele foi andar de bicicleta pelo bairro. “Ele também operou da próstata, mas o tumor era benigno e nunca mais teve nada”, conta ela.
O casal brasileiro, morador de Curitiba, traduz o perfil de um estudo espanhol, divulgado na última edição do Journal of Women Health: mulheres vivem mais, porém com pior qualidade de vida. Entre os 4.244 idosos avaliados em 1992, 2000 e 2006, 53% das mulheres com mais de 64 anos e 30% dos homens da mesma idade demonstraram alguma incapacidade nas atividades cotidianas e, por isso, menor qualidade de vida.
Dificuldades em vestir-se, despir-se, alimentar-se, caminhar, cuidar do próprio dinheiro, levantar-se ou deitar-se foram as ações mensuradas pelo estudo. Os problemas na rotina e na autonomia, em geral, surgiram por causa de doenças degenerativas e depressivas, cuja incidência tem sido maior na população feminina. A condição socioeconômica dos pesquisados também mostrou diferenças entre as incompetências adquiridas por causa da fragilidade na saúde. Os mais afetados são os que tiveram menos acesso ao sistema médico público.
De acordo com o principal responsável pelo estudo, Albert Espelt, pesquisador da Agência de Pública de Saúde de Barcelona, a dupla jornada das mulheres ao longo da vida – no ambiente doméstico e no mercado de trabalho – ajuda a explicar a sua pior condição de saúde na maturidade. “O trabalho em casa é menos gratificante que a carreira profissional e esse desequilíbrio pode levar a distúrbios psicológicos, como a depressão, ou ainda a problemas ósseos e musculares”, observa.
Circea convive com a osteoporose, diagnosticada há mais de dez anos, que provocou problemas nas costas e articulações: tem artrose e cinco hérnias de disco espalhadas ao longo da coluna vertebral. Também sofre de desgaste ósseo na bacia. A fragilidade dos ossos – herança genética da família, segundo ela mesma – rende fraturas constantes. A última foi uma queda que lhe custou o joelho quebrado, há pouco mais de dois meses. O braço esquerdo foi operado seis vezes. As dez doses diárias de remédios ajudam a controlar os incômodos da fribromialgia, pressão alta, labirintite, rinite, cistite, gastrite e refluxo. Uma catarata também interfere na qualidade de vida da professora aposentada, que briga com a balança por causa do excesso de peso.
Enquanto Circea lida com médicos de todas as especialidades e é uma usuária frequente e crítica do Sistema de Atenção aos Servidores (SAS), o marido só precisou enfrentar um tratamento médico mais demorado depois do AVC. Aos poucos, recupera os movimentos do lado direito. E está assustado com a sua condição de debilitação depois de tantos anos de trabalho minucioso como ótico e ourives.
O casal sempre manteve hábitos saudáveis, com alimentação equilibrada e livre do sal, que parece ter adiado o AVC dele, mas não foi capaz de evitar os problemas de saúde dela. A “miss expressinho”, como era conhecida nos corredores das escolas onde lecionou em 32 anos de carreira no magistério, precisou aprender a reduzir o ritmo das atividades rotineiras.
Apesar das limitações físicas, não há doença que tire de Circea a vontade de ficar boa. A religiosidade, fortalecida na terceira idade, a ajuda a enfrentar as dificuldades. E, apesar da diferença entre a saúde dela e do marido, acredita que a mulher seja mais resistente às adversidades. “Tenho esperança de melhorar de saúde. Quero me cuidar para não terminar a vida com sofrimento. Sou uma sobrevivente”, diz.
O casal brasileiro, morador de Curitiba, traduz o perfil de um estudo espanhol, divulgado na última edição do Journal of Women Health: mulheres vivem mais, porém com pior qualidade de vida. Entre os 4.244 idosos avaliados em 1992, 2000 e 2006, 53% das mulheres com mais de 64 anos e 30% dos homens da mesma idade demonstraram alguma incapacidade nas atividades cotidianas e, por isso, menor qualidade de vida.
Dificuldades em vestir-se, despir-se, alimentar-se, caminhar, cuidar do próprio dinheiro, levantar-se ou deitar-se foram as ações mensuradas pelo estudo. Os problemas na rotina e na autonomia, em geral, surgiram por causa de doenças degenerativas e depressivas, cuja incidência tem sido maior na população feminina. A condição socioeconômica dos pesquisados também mostrou diferenças entre as incompetências adquiridas por causa da fragilidade na saúde. Os mais afetados são os que tiveram menos acesso ao sistema médico público.
De acordo com o principal responsável pelo estudo, Albert Espelt, pesquisador da Agência de Pública de Saúde de Barcelona, a dupla jornada das mulheres ao longo da vida – no ambiente doméstico e no mercado de trabalho – ajuda a explicar a sua pior condição de saúde na maturidade. “O trabalho em casa é menos gratificante que a carreira profissional e esse desequilíbrio pode levar a distúrbios psicológicos, como a depressão, ou ainda a problemas ósseos e musculares”, observa.
Circea convive com a osteoporose, diagnosticada há mais de dez anos, que provocou problemas nas costas e articulações: tem artrose e cinco hérnias de disco espalhadas ao longo da coluna vertebral. Também sofre de desgaste ósseo na bacia. A fragilidade dos ossos – herança genética da família, segundo ela mesma – rende fraturas constantes. A última foi uma queda que lhe custou o joelho quebrado, há pouco mais de dois meses. O braço esquerdo foi operado seis vezes. As dez doses diárias de remédios ajudam a controlar os incômodos da fribromialgia, pressão alta, labirintite, rinite, cistite, gastrite e refluxo. Uma catarata também interfere na qualidade de vida da professora aposentada, que briga com a balança por causa do excesso de peso.
Enquanto Circea lida com médicos de todas as especialidades e é uma usuária frequente e crítica do Sistema de Atenção aos Servidores (SAS), o marido só precisou enfrentar um tratamento médico mais demorado depois do AVC. Aos poucos, recupera os movimentos do lado direito. E está assustado com a sua condição de debilitação depois de tantos anos de trabalho minucioso como ótico e ourives.
O casal sempre manteve hábitos saudáveis, com alimentação equilibrada e livre do sal, que parece ter adiado o AVC dele, mas não foi capaz de evitar os problemas de saúde dela. A “miss expressinho”, como era conhecida nos corredores das escolas onde lecionou em 32 anos de carreira no magistério, precisou aprender a reduzir o ritmo das atividades rotineiras.
Apesar das limitações físicas, não há doença que tire de Circea a vontade de ficar boa. A religiosidade, fortalecida na terceira idade, a ajuda a enfrentar as dificuldades. E, apesar da diferença entre a saúde dela e do marido, acredita que a mulher seja mais resistente às adversidades. “Tenho esperança de melhorar de saúde. Quero me cuidar para não terminar a vida com sofrimento. Sou uma sobrevivente”, diz.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Crise de Labirintite
Qual é a diferença entre vertigem e tontura? Vertigem vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. Tontura admite outras definições. O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
Quais sintomas diferenciam a crise de labirintite da tontura comum que a pessoa sente porque se alimentou mal, por exemplo?
Na vertigem, o indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente. Pode parecer a mesma coisa, mas não é. São duas manifestações diferentes. Uma é subjetiva e a outra, objetiva. Esses sintomas, associados ou não a náuseas, vômitos, sudorese caracterizam a crise labiríntica típica. Sentir-se mal e ter a sensação de desmaio podem ser sintomas de hipoglicemia, de hipotensão ou de uma síncope e nada têm a ver com o labirinto. É o caso do indivíduo que vai à igreja sem comer, fica sentado muito tempo na mesma posição, tem uma queda nos níveis de açúcar e sente-se mal, com náusea.
Além de sentir as coisas girarem, que outras características tem a labirintite?
Além da vertigem, a labirintite pode apresentar manifestações neurovegetativas, ou seja, na fase aguda a doença pode ser acompanhada por náuseas, vômitos, sudorese e até por alterações gastrintestinais. Ela pode também estar associada a manifestações auditivas, como perda de audição, sensação de plenitude auditiva (sensação de ouvido cheio ou tapado), zumbido. Trata-se de manifestações audiovestibulares que podem acompanhar a crise de vertigem, embora nem isso nem o inverso sempre aconteçam.No entanto, existem quadros completos que ocorrem, por exemplo, na Síndrome de Ménière, uma doença comum cujas principais características são crise vertiginosa acompanhada de surdez flutuante, zumbido e alterações neurovegetativas, como náuseas, vômitos, mal-estar e diarréia, que impedem o paciente de locomover-se, de movimentar-se.
Labirintite em criança existe, mas é pouco freqüente. ual a relação entre labirintite e idade?
A labirintite incide mais na idade adulta a partir dos 40 ou 50 anos, decorrente de alterações metabólicas e vasculares. Níveis aumentados de colesterol, triglicérides e ácido úrico podem acarretar alterações dentro das artérias, alterações essas que diminuem a quantidade de sangue nas áreas do cérebro e do labirinto.
Como agem os medicamentos usados para tratar labirintite?
Há vários tipos de medicamentos. Há os vasodilatadores que facilitam a circulação sangüínea porque melhoram o calibre dos vasos muitas vezes reduzido pelas placas de ateromas. Existem os labirinto-supressores, drogas que suprimem a tontura através de sua ação no sistema nervoso. Existem, ainda, aqueles que atuam sobre outros sintomas, suprimindo a náusea, o vômito e o mal-estar.
Sem tratamento, quanto tempo a crise costuma durar?
Depende do tipo da doença. A fase aguda pode durar de minutos ou horas a dias conforme a intensidade da crise. Geralmente na doença de Ménière, caracterizada por vertigem com náuseas, vômitos, perda auditiva e zumbido, é necessário sedar o paciente, porque na maior parte das vezes a crise é desencadeada pelo estresse. Nesse caso, elas podem ser mensais, anuais ou desaparecerem por dois ou três anos.
As crises podem ter alguma relação com a prática de exercícios físicos?
O exercício físico provoca um desgaste, pois queima muitas calorias. Se a pessoa fizer exercício sem um preparo prévio adequado, por exemplo, sem ingerir alimentos que mantenham a taxa de glicose no sangue em bom nível, em decorrência da hipoglicemia pode ter queda de pressão, alterações no sistema vestibular, tontura, mal-estar e desequilíbrio.
A pessoa que tem crises com determinada freqüência, além de tomar remédios, o que deve fazer para evitá-las?
Geralmente a pessoa sabe quais são os fatores que desencadeiam suas crises. Ela se mantém em equilíbrio por informações que partem do labirinto e vão para o cérebro. São informações visuais, táteis ou que partem de seus músculos e articulações. Quando ocorre uma informação errada no cérebro, o indivíduo tem tontura, tem vertigem. Às vezes, são fatores visuais. Há pacientes que não podem ver objetos em movimento, nem mesmo a movimentação das imagens na televisão ou na tela do computador.
Quais sintomas diferenciam a crise de labirintite da tontura comum que a pessoa sente porque se alimentou mal, por exemplo?
Na vertigem, o indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente. Pode parecer a mesma coisa, mas não é. São duas manifestações diferentes. Uma é subjetiva e a outra, objetiva. Esses sintomas, associados ou não a náuseas, vômitos, sudorese caracterizam a crise labiríntica típica. Sentir-se mal e ter a sensação de desmaio podem ser sintomas de hipoglicemia, de hipotensão ou de uma síncope e nada têm a ver com o labirinto. É o caso do indivíduo que vai à igreja sem comer, fica sentado muito tempo na mesma posição, tem uma queda nos níveis de açúcar e sente-se mal, com náusea.
Além de sentir as coisas girarem, que outras características tem a labirintite?
Além da vertigem, a labirintite pode apresentar manifestações neurovegetativas, ou seja, na fase aguda a doença pode ser acompanhada por náuseas, vômitos, sudorese e até por alterações gastrintestinais. Ela pode também estar associada a manifestações auditivas, como perda de audição, sensação de plenitude auditiva (sensação de ouvido cheio ou tapado), zumbido. Trata-se de manifestações audiovestibulares que podem acompanhar a crise de vertigem, embora nem isso nem o inverso sempre aconteçam.No entanto, existem quadros completos que ocorrem, por exemplo, na Síndrome de Ménière, uma doença comum cujas principais características são crise vertiginosa acompanhada de surdez flutuante, zumbido e alterações neurovegetativas, como náuseas, vômitos, mal-estar e diarréia, que impedem o paciente de locomover-se, de movimentar-se.
Labirintite em criança existe, mas é pouco freqüente. ual a relação entre labirintite e idade?
A labirintite incide mais na idade adulta a partir dos 40 ou 50 anos, decorrente de alterações metabólicas e vasculares. Níveis aumentados de colesterol, triglicérides e ácido úrico podem acarretar alterações dentro das artérias, alterações essas que diminuem a quantidade de sangue nas áreas do cérebro e do labirinto.
Como agem os medicamentos usados para tratar labirintite?
Há vários tipos de medicamentos. Há os vasodilatadores que facilitam a circulação sangüínea porque melhoram o calibre dos vasos muitas vezes reduzido pelas placas de ateromas. Existem os labirinto-supressores, drogas que suprimem a tontura através de sua ação no sistema nervoso. Existem, ainda, aqueles que atuam sobre outros sintomas, suprimindo a náusea, o vômito e o mal-estar.
Sem tratamento, quanto tempo a crise costuma durar?
Depende do tipo da doença. A fase aguda pode durar de minutos ou horas a dias conforme a intensidade da crise. Geralmente na doença de Ménière, caracterizada por vertigem com náuseas, vômitos, perda auditiva e zumbido, é necessário sedar o paciente, porque na maior parte das vezes a crise é desencadeada pelo estresse. Nesse caso, elas podem ser mensais, anuais ou desaparecerem por dois ou três anos.
As crises podem ter alguma relação com a prática de exercícios físicos?
O exercício físico provoca um desgaste, pois queima muitas calorias. Se a pessoa fizer exercício sem um preparo prévio adequado, por exemplo, sem ingerir alimentos que mantenham a taxa de glicose no sangue em bom nível, em decorrência da hipoglicemia pode ter queda de pressão, alterações no sistema vestibular, tontura, mal-estar e desequilíbrio.
A pessoa que tem crises com determinada freqüência, além de tomar remédios, o que deve fazer para evitá-las?
Geralmente a pessoa sabe quais são os fatores que desencadeiam suas crises. Ela se mantém em equilíbrio por informações que partem do labirinto e vão para o cérebro. São informações visuais, táteis ou que partem de seus músculos e articulações. Quando ocorre uma informação errada no cérebro, o indivíduo tem tontura, tem vertigem. Às vezes, são fatores visuais. Há pacientes que não podem ver objetos em movimento, nem mesmo a movimentação das imagens na televisão ou na tela do computador.
Sintomas da Labirintite
A labirintite é uma doença que pode acometer tanto o equilíbrio quanto a parte auditiva. Os órgãos responsáveis pelo equilíbrio e pela audição estão situados dentro do ouvido interno e se comunicam com o sistema nervoso central através dos nervos da audição e do nervo vestibular. Doenças infecciosas, inflamatórias, tumorais e mesmo alterações genéticas podem ocasionar alterações nessas estruturas anatômicas. Essas patologias podem provocar sintomas como vertigem e tonturas.
Labirintite, o que é ?

A pessoa consegue manter o equilíbrio porque seu cérebro recebe um conjunto de informações que processa para definir qual é a posição dela no espaço. Quais são essas informações? São informações táteis, essas percebidas pela pele e que chegam através dos músculos e articulações, as óticas (por isso quando fechamos os olhos podemos perder a noção do equilíbrio) e as auditivas que vêm através dos sons.Para entender melhor o que é labirintite, uma doença que pode comprometer o equilíbrio, é preciso conhecer um pouco a anatomia do ouvido interno, atrás da membrana do tímpano. Ele é constituído pela cóclea, uma estrutura enovelada semelhante a um caracol que contém as terminações do nervo auditivo, e por três canais semicirculares. Logo abaixo deles está o vestíbulo. Todas as células que revestem essas estruturas têm a característica de receber as ondas sonoras que fazem vibrar o tímpano e, identificando essas vibrações, transformá-las em estímulo nervoso, em sinal elétrico que através do nervo auditivo alcança o cérebro onde são decodificados os impulsos recebidos.Quando essas estruturas sofrem processos inflamatórios, infecciosos, destruições ou compressões mecânicas podem provocar os sintomas próprios da labirintite.
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